•29/05/2010 •
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Lançado como um supergrupo no ano de 1981, o Asia é uma suposta banda de Progressive Rock formada por medalhões de bandas como Yes, King Crimson, Uriah Heep, ELP, Wishbone Ash, entre outros. Ok, mas porque “suposta”? Simples, apesar dos envolvidos no projeto, a sonoridade do Asia era muito mais AOR, Hard Rock e até mesmo POP em comparação ao que era praticado pelas suas bandas antigas, o que esmerilhou a expectativa de muitos fãs e até mesmo da crítica, ainda que a música fosse de ótima qualidade.
De qualquer forma, o lançamento do debut da banda foi um verdadeiro frisson entre o público, tanto para os que já apreciavam o trabalho de seus membros, quanto os novos, adquiridos com os novos hits, mais simples e atualizados (na época), que rodavam exaustivamente nas rádios e MTV’s da vida, tornando-os um dos alicerces do que viria a ser o Arena Rock (shows grandiosos, cheio de efeitos, meio futurista, embalados pelos sons de teclado). Após algumas idas e vindas ao longo destes quase 30 anos de carreira, o Asia estabeleceu uma formação estável desde 2007, chegando a atualidade resgatando muito da sua sonoridade antiga e, mesmo que não tenha a popularidade de outrora, mantém uma boa parcela de fãs ainda hoje.

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Tags: 2010, asia, joker
•29/05/2010 •
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Fundado em 1989, o Dark Tranquillity é a banda que mais tempo está na ativa da famigerada cena de Melodic Death Metal sueca, sendo os alicerces de um movimento e uma vertente musical com o passar dos anos. A complexidade técnica e melódica da banda talvez tenha sido o principal fator que elevou-a ao status que tem hoje no underground Metal, uma das mais cultuadas e unanimidade quando o assunto é Metal Sueco. Desde o início da banda, a mescla entre música extrema, passagens instrumentais complexas/progressivas e melodias mais soft, aliadas às letras ácidas de Mikael Stanne e Niklas Sundin, atraiu a atenção do cenário e, junto com At The Gates e In Flames (posteriormente), moldaram uma das divisões do Death Metal mais interessantes e possivelmente comerciais. Com trabalhos que foram sucessos de crítica e público, “Projector” foi nomeado para o Grammy sueco, enquanto os subseqüentes “Haven”, “Damage Done” e “Character” foram passos importantíssimos, uma evolução natural da banda, experimentais e com identidade na medida certa.

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Tags: 2010, dark tranquillity, joker
•22/05/2010 •
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Diz o ditado popular que a linha que separa a genialidade da insanidade é um tanto quanto tênue e muitas vezes é uma questão de tempo para que se atravesse essa linha ou fique em cima dela, com um pé de cada lado. Daniel Gildenlow e o Pain Of Salvation são um dos maiores ícones do Rock/Metal Progressivo atualmente, alavancados pelos sucessos conceituais de “The Perfect Element” e “BE”, possivelmente dois grandes marcos do Progressivo no século XXI, que trazem toda uma gama de influências e ótimas idéias desenvolvidas em seu som. Após o estrondoroso sucesso de “BE”, onde a banda demonstrava ter chegado ao seu ápice progressivo, um álbum que envolvia filosofia, religião, humanidade e o fim do mundo, o lançamento do subseqüente “Scarsick” em 2007, chocou muita gente pelos experimentalismos e a dinâmica abordagem que foi dado a sonoridade. Considerado a segunda parte do álbum “The Perfect Element”, nunca havia se visto o Pain of Salvation tocando de forma tão pesada, direta, crua, incluindo ao seu som Disco Music, Surf Music, Rap e até mesmo New Metal, o que acabou dividindo a opinião dos fãs, sendo o mais polêmico da sua carreira.
Nesse meio tempo, a banda passou por uma drástica mudança do line-up: Kristoffer Gildenlow (irmão de Daniel) já havia abandonado o barco após a turnê do “BE” e o baterista de longa data Johan Langell saiu antes mesmo do início das gravações do EP “Linoleum”, que anteciparam o lançamento deste sétimo full-length, deixando Johan Hallgren, Frederik Hermansson e Daniel Gildenlow para continuar a banda (quem não se lembra dos dias que o site oficial deles ficou com um “the end?” escrito? Isso foi caótico). Porém, tudo deu certo e Léo Margarit foi recrutado para assumir as baquetas e o próprio Gildenlow tocou as linhas de baixo, enquanto um membro efetivo não é anunciado.

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Tags: joker, pain of salvation, road salt
•15/05/2010 •
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A história do We Are The Fallen começa em 2003 com a saída de Bem Moody, do até então queridinho da América, o Evanescence, que tinha acabado de lançar o multi-platinado “Fallen”, emplacando hits nas rádios e MTV’s como “Bring Me To Life” ou “Going Under” (quem não se lembra, heim?). Ironicamente, impactados com as novas direções musicais que a banda vinha tomando, Jon LeCompt e Rocky Gray também resolvem mudar de rumo e deixam o Evanescence (que depois disso, deu uma sumida dos holofotes). Ben Moody então, recruta LeCompte e Gray para formar uma nova banda, que remetesse ao estilo inicial de sua antiga banda. Aliado a isso, Moody conheceu Marty O’Brien (baixista) e formou a estrutura da banda, porém, sem uma voz definida ainda. Por um acaso do destino, ele foi apresentado por uma amiga em comum a Carly Smithson, participante (e finalista) do famoso American Idol, que estava cada vez mais descontente com a linha musical do programa, pois ficava limitada a algumas sonoridades, sem poder expressar a sua vontade criativa e mais de acordo com seus gostos pessoais, muito parecidos com do resto da banda. Sendo assim, em 2009, a banda se mostrou para o mundo através do single “Bury Me Alive”, uma música forte e marcante, demonstrando a completa similaridade com a banda de Amy Lee e compania, levando-os a um contrato com a major Universal Music. Com todo esse apoio de marketing e verba, então, a banda pode investir no lançamento do seu debut, seguido já por singles e vídeos em todas as esferas de mídias sociais, incluindo uma turnê pelos EUA.

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Tags: evanescence, joker, we are the fallen
•15/05/2010 •
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Um dos três grandes nomes do Doom Metal inglês do final dos anos 80 e começo dos 90, junto com My Dying Bride e Paradise Lost, pode-se dizer que o Anathema foi aquele que mais modificou o seu som com o passar do tempo, metamorfoseando do clássico Death/Doom do início de carreira para algo bem mais soft, progressivo e atmosférico. Desde a época sob o nome de Pagan Angel, ainda, lá pelos idos de 1991, quando anotou o nome de Anathema (do grego, seria algo que trabalha dedicadamente para o mal) e estreou com o álbum “Serenades”, chegando a excursionar com o (pasmem) Cannibal Corpse e emplacar um vídeo de “Sweet Tears” na programação da MTV. Após a saída de Darren White, Vincent Cavanagh, até então guitarrista, assumiu os vocais, sendo esse o fator crucial para o novo direcionamento que a banda tomaria nos próximos anos, principalmente após o álbum “Eternity”, uma transgressão do Doom Metal inglês clássico para os campos do Atmospheric Rock, um som muito mais focado no ambiente, em viagens translúcidas e coisas do gênero.

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Tags: anathema, joker
•15/05/2010 •
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Saudações Proggers!
Sejam bem vindo ao segundo episódio do Progcast
Nesta primeira parte do podcast descubra a história de uma das maiores lendas de todos os tempos…King Crimson. Acompanhe a história desta banda desde da sua criação até a primeira separação em 1974. Conheça as dificuldades das turnês, como era difícil viajar com um sintetizador dentro de um ônibus e saiba como seria se um grande cantor popular assumisse os vocais desta banda.Além disso, escute muita musica boa, pois nesse programa a trilha sonora foi selecionada para ilustrar as melhores passagens desta banda que influenciou todos os estilos de Rock ‘n Roll.
IMPORTANTE: A segunda parte deste programa irá ao ar na próxima sexta-feira de manhã, por isso, não deixem de conferir no nosso site ou em nosso feed.
Comentários, sugestões, correções e contato: progcastbr@gmail.com
Sigam-nos no Twitter @progcastbr
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Baixe agora o episódio ou clique no banner do episódio para ser redirecionado para o site.
O que foi comentado no programa:
Comente, espalhe, divulgue xD
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Tags: King Crimson, Progcast
•10/05/2010 •
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Goste ou não da banda, o Gamma Ray é indiscutivelmente uma das figuras mais importantes não apenas do Power Metal, mas também do próprio Heavy Metal. Fundado por Kai Hansen e Dirk Schlachter (após a saída do primeiro do outro pilar alemão, o Helloween) a banda encontrou o seu equilíbrio após a entrada de Henjo Richter e Dan Zimmermann (e olha que o grande Ralf Scheepers já foi o frontman nos três primeiros álbuns) em 1997, no clássico “Somewhere Out In Space”. Desde então, a banda acabou criando uma personalidade própria, diferente do Power Metal mais básico, voltando-se mais para o Heavy Metal tradicional europeu, e a temática meio futurista/espacial, mas que, acabou se estagnando por si mesmo. Os lançamentos “Powerplant”, “No World Order” e “Majestic” foram o desenvolvimento e o ápice da segunda identidade da banda que, mesmo com clássicos absolutos e indiscutíveis do estilo (Send Me A Sign, por exemplo) acabavam por soar muito parecidos entre si, já que a banda estava se agarrando a sua sonoridade com unhas e dentes, sem se preocupar muito com variações ou novos experimentalismos, processo parecido que ocorreu com bandas como Rhapsody ou Edguy na metade da década de 2000: a música era ótima, agradava os fãs, mas faltava um desenvolvimento ou mudança mais aparente para eles.

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Tags: gamma ray, joker, metal
•08/05/2010 •
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Há!
Como eu disse, estive envolvido em um projeto que estava tomando muito do meu pouco tempo livre, por isso o Manifesto teve de dormir por um tempo.
Porém, aqui está o resultado:
Essa figura maluca que vos fala agora é membro de um Podcast e passará a fazer parte da programação semanal do blog.
O tema do podcast é Rock e Metal Progressivo, quem se interessar, cliquem na imagem abaixo e serão redirecionados diretamente para o post.

Bons sonhos, crianças… e enjoy it!
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Tags: Prog, Progcast
•08/05/2010 •
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Há, pessoas!
Bom, o período de hibernação durou bem menos do que eu esperava.
Esse post é só prá isso! =D
Bons sonhos
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•01/05/2010 •
1 Comentário

Há pessoas
O Manifesto Morpheus está adormecendo durante essas semanas porque estou em um novo projeto que envolve, de certa forma, este próprio humilde blog.
Aguardem na semana que vem mais novidades e, se tudo der certo, já voltarei com mais posts (na verdade eu tenho vários esboços prontos, mas esqueci no computador do trabalho).
Só mais uns dias.
Até mais e
Bons sonhos, crianças.
Publicado em Manifesto Morpheus
Tags: Manifesto, Morpheus, Progcast